Esta palmeira, com folhas em forma de leque, espinhentas quando novas, suporta geadas leves e é muito ornamental, sendo bastante popular nos jardins do mundo todo. Seu tronco, perto da coroa folhar, permanece coberto pelas folhas secas, dando um lindo espetáculo e não devem ser arrancadas, já que servem de refúgio aos predadores da lagarta, dispensando qualquer inseticida. As flores são cheirosas e os frutos são de cor verde azeitona. No Japão há uma crença onde Deus iria descer à terra, pela palmeira. Ela é frequentemente vista em locais sagrados em Okinawa que são chamados de “Kuba Utaki” e “Kubohnu Utaki”. Lá, as folhas são utilizadas para fazer os chapéus usados pelos pescadores. No paisagismo é interessante vê-la em grupos de três ou de cinco exemplares, posicionados nas laterais do jardim frontal das residências, mas também em vasos grandes ou canteiros cimentados, onde o crescimento é menor. Seu nome botânico é uma homenagem ao Sir Patrick Murray (1634 – 1671), Barão de Livingston, que foi um botânico célebre, possuindo uma imensa coleção de plantas em Escócia, que serviu de base para a criação do Jardim Botânico de Edimburgo
Deve ser cultivada em pleno Sol ou em Meia-sombra. É tolerante a qualquer tipo de solo, desde que conserve um pouco de umidade, isto acelera o crescimento que é lento, aceitando bem os transplantes. A farinha de ossos, adicionada ao solo uma vez ao ano, favorece o desenvolvimento, assim como o fertilizante Forth Palmeiras que é rico em Magnésio, elemento necessário para esta espécie.
Periquitos, tuins, sabiás, bem-te-vis entre outros